Emmy 2018: o contraste de séries de drama e comédia

Por um lado, a categoria de Melhor Série Dramática sempre faz nossos corações bater mais forte. Por outro, não vivemos sem comédia. Confira nossas apostas

A categoria de Melhor Série Dramática sempre faz nossos corações bater mais forte. Mas nem só de drama vive um Emmy. A outra principal categoria da premiação é voltada para as séries de comédia. Lá vamos nós de novo tentar acertar algum dos premiados.

 

Aposta de comédia no Emmy

Apesar de torcer secretamente por Unbreakable Kimmy Schmidt, a queridinha, novamente, é Atlanta. Criada e estrelada por Donald Grover, agora também conhecido como Childish Gambino, é uma série que fala sobre o cenário rap como uma possibilidade de mudança de vida. Atlanta já é uma boa aposta só pela possibilidade de ver Donald Grover brilhar como sempre, mas é também uma produção com humor próprio, um roteiro bem escrito, e, claro, ótima trilha sonora.

 

 

Aposta de drama no Emmy

Não posso deixar de defender This Is Us na categoria de Melhor Ator em Série de Drama. Milo Ventimiglia (Jack Pearson) me fez chorar tanto nas cenas finais da morte dele a̶h̶, ̶p̶a̶r̶a̶ p̶o̶r̶q̶u̶e̶ n̶e̶m̶ é̶ s̶p̶o̶i̶l̶e̶r̶! que eu fiquei sem lágrimas por uma semana. Confesso que já amava ele desde as primeiras aparições em Gilmore Girls, mas This Is Us realmente fez ele merecer esse prêmio.

 

 

 

Ontem a gente fez um texto aqui pra dizer o porquê da nossa torcida por The Handmaid’s Tale na categoria de Melhor Série Dramática. E a categoria de Melhor Atriz em Série de Drama veio para nos ajudar a enaltecer novamente as mulheres e, principalmente o trabalho incrível da Tatiana Maslany, que acabou interpretando mais de dez personagens diferentes ao longo de Orphan Black.

 

 

Mas, contudo, todavia

Orphan Black ficou tão over por não ter acabado quando devia n̶o̶ ̶m̶á̶x̶i̶m̶o̶ n̶a̶ t̶e̶r̶c̶e̶i̶r̶a̶ t̶e̶m̶p̶o̶r̶a̶d̶a̶, que provavelmente nem a incrível atuação da Tatiana vai conseguir desvincular ela desse karma. E mesmo que a gente queira dar um Emmy pra cada uma dessas moças incríveis, a esperança mesmo fica com Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale).

 

Isso é tão Black Mirror

Também não vai poder faltar o episódio USS Callister de Black Mirror ganhando em Melhor filme para a TV. Black Mirror conseguiu (ou tentou) fazer a gente se colocar no lugar de um geniozinho do mal. Até perceber (de novo) que é bem mais fácil ser antiético quando não tem ninguém olhando. E bem que isso aconteceria de verdade se já fosse possível né? Até porque é bem difícil não se apaixonar pelo poder. Nosso herói que o diga.

 

 

Quer fazer as suas próprias apostas? Então confere a lista completa de indicados e conta pra gente o que achou! (Será que erramos em todas?)

SOBRE O AUTOR

Caroline Musskopf

Estudante de jornalismo metida a inteligente.

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