Música chiclete é nossa fraqueza, descubra por quê

Se você já ficou com um jingle de político ou a música do gás na cabeça, você sabe que não […]

Se você já ficou com um jingle de político ou a música do gás na cabeça, você sabe que não somos inteiramente responsáveis pelas músicas que ficam tocando na nossa mente. Quase parecendo um elevador com suas músicas de ambiente, nosso cérebro é capaz de armazenar tanta informação que quando a gente vê, BOOM: você está cantando “Vai, Malandra”, mesmo sem gostar de funk ou da Anitta diva. Nossas cabeças têm um fraco por músicas chiclete.

Segundo uma pesquisa realizada pelo site mexicano Cultura Colectiva, não é porque você está cantando uma música que não gosta que significa que não tem bom gosto, ou que passou a gostar do ritmo. O que acontece é que algumas melodias têm elementos em comum (daí seu sucesso em ser chiclete), como notas musicais que o cérebro guarda com mais facilidade.

Na maior parte das vezes, estas notas são altas ou agudas, com pequenos intervalos de tempo. E as letras então? Quanto mais simples, MELHOR! Nosso cérebro procura preencher espaços vazios com essas notas: daí a explicação de porque você lembra de músicas com o “Os mlk é Liso” ou “Despacito” quando está fazendo uma prova e tem o famoso “deu branco”.

Fique com uma lista de músicas chicletes e guilty pleasures:

  1. Evidências, de Chitãozinho e Xororó

  1. Anna Júlia, de Los Hermanos

  1. Aquele 1%, de Marcos e Belutti e Wesley Safadão

  1. Show das Poderosas, de Anitta

  1. Umbrella, Rihanna

  1. Too Little Too Late, de Jojo

  1. Hoje, de Ludmilla

  1. Fugidinha, de Michel Teló

  1. Não Me Deixe Sozinho, de Nego do Borel

  1. Work, de Rihanna ft. Drake

SOBRE O AUTOR

Ana Szezecinski

Aquela do sobrenome complicado e que usa protetor solar 50. Jornalista.

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