Saudade de quando o Merthiolate doia

Tempo bom era quando você ia para a rua, jogava futebol e fazia gol nas goleiras feitas de chinelo havaianas. […]

Tempo bom era quando você ia para a rua, jogava futebol e fazia gol nas goleiras feitas de chinelo havaianas. Só para chegar em casa, todo ralado e sua mãe colocar Merthiolate nas feridas. Se você não gritasse de dor, significava que o remédio não teria efeito. E agora, o que acontece? MERTHIOLATE NÃO DÓI MAIS.

No Cafezinho que a Simone Cabral nos abandonou, contamos com a presença de Edu Mendonça, Bivis, Cassiano Mattje e Cris Pereira. Quem leu os comentários? A melhor amiga da Simone, a Virgínia

É certo que os tempos não voltam mais, mas se tem alguma coisa que aprendemos com nossos pais é sermos amargos. Ainda que você não possa mais fazer NADA a tarde inteira (saudades ensino médio) ou ir com a mãe no médico e ela falar tudo de errado que está acontecendo com você, você aprendeu que depois de adulto, pode usar a expressão “no meu tempo, era tudo mato“. Se isso não é sinônimo de felicidade, você não experimentou falar isso enquanto toma um chimarrão.

 

Com o passar dos anos, você perdeu algumas coisas que eram muito importantes para você. Com a maturidade e aceitação de que o tempo passa, aprendeu a aceitar certos fatos e desenvolver outras habilidades. O Edu provou sua maturidade: dono de um cabelo majestoso que não existe mais, aprendeu que antes ser alguém com menos cabelo e uma barba respeitosa do que não ter nenhum pelo facial.

Mas uma coisa muito saudosa era ir na videolocadora só para paquerar. E no fracasso, sair com uns 3 filmes para assistir sozinho.

 

 

Teve muito xingamento do Gaudêncio para os piás de merda de hoje, briga do Bivis com a Virgínia Cassiano tentando controlar tudo. Escute aqui o programa completo e prepare seu coração para muitas risadas.

 

Lição de hoje

O tempo passa, você envelhece e descobre que os jovens são muito mais chatos do que você era quando tinha a idade deles. O importante é saber que existem muitas pessoas que compartilham momentos nostálgicos com você e que ainda pode ser infantil, brincalhão e não perder sua criança interior. MAS POR FAVOR, não seja abobado.

SOBRE O AUTOR

Ana Szezecinski

Aquela do sobrenome complicado e que usa protetor solar 50. Jornalista.

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